Essa imagem específica do MySQL (tag 5.7) pode fechar inesperadamente após a inicialização caso, por exemplo, ocorra uma alteração no tamanho da memória ou swap do host.

Para resolver essa questão, o exemplo abaixo indica o caminho.

docker run -e MYSQL_ROOT_PASSWORD=password \
  --name mysql57 --ulimit nofile=262144:262144 \
  -d -p 3306:3306 -v mysql57-volume:/var/lib/mysql \
  mysql:5.7 --sql-mode=""

Como agora o Fedora usa o BTRFS como sistema padrão de arquivos, a sequencia de comando abaixo adiciona 12GB no Swap como exemplo:

dd if=/dev/zero of=/swapfile bs=1024 count=12582912
chattr +C /swapfile
chmod 0600 /swapfile
mkswap /swapfile
swapon /swapfile

Para descobrir, por exemplo, onde o arquivo de configuração usado pelo MySQL está armazenado, em um terminal digite:

sudo fs_usage | grep my.cnf

Em outro terminal, reinicie o serviço:

brew services restart mysql@5.7

Retorne ao primeiro terminal e observe o output com os dados usados pelo serviço.

* Essa dica provavelmente funciona em sistemas *nix trocando o comando de restart do serviço pelo específico da plataforma.

O Scoop é um sistema de gerenciamento de pacotes para Windows similar ao APT para Linux e BREW para MacOS onde a manutenção do processo de instalação/remoção de aplicativos é feito diretamente no prompt de comando com poucos ou apenas um único comando.

CodeIgniter é um framework PHP para desenvolvimento de aplicativos WEB.

Com o scoop é possível instalar o Apache Web Server junto com uma versão específica do PHP para configurar um ambiente de desenvolvimento.

A instalação do Scoop pode ser feita seguindo essa documentação: https://scoop-docs.vercel.app/

Importante habilitar os buckets php, extras e versions no scoop:

  • scoop bucket add extras
  • scoop bucket add php
  • scoop bucket add versions

Após a instalação os seguintes comandos são utilizados para instalar Apache/PHP:

  • scoop install apache php7.4
  • scoop install sudo
  • iex (new-object net.webclient).downloadstring('https://gist.githubusercontent.com/nilkesede/c98a275b80b6d373131df82eaba96c63/raw/apache-php-init.ps1')
  • sudo httpd -k install -n Apache2.4
  • sudo net start apache

A configuração do PHP através do arquivo php.ini deve ser feita dentro da pasta persist\php7.4 do scoop para que as modificações permaneçam inalteradas após atualizações do PHP.

Por padrão, o apache não  configurou o caminho do php.ini para a pasta persist, então, troque a linha

PHPIniDir "D:\Aplicativos\Scoop\apps\php7.4\current"

por

PHPIniDir "D:\Aplicativos\Scoop\persist\php7.4"

no httpd.conf de acordo com o caminho na sua máquina.

Dicas:

  1. é necessário reiniciar o Windows para receber as alterações  feitas no PATH do sistema durante o processo
  2. qualquer alteração em  httpd.conf ou php.ini, o serviço do apache deve ser reiniciado
  3. para ver algum erro de configuração no php, use o phpinfo e também o comando php -v no prompt
  4. inclua o caminho do php corrente no path do sistema (necessário para a carga das extensões). ex: D:\Aplicativos\Scoop\apps\php7.4\current
  5. carregue a extensão intl (necessária para o CodeIgniter)

Apache

Em httpd.conf da pasta persist, habilite o módulo rewrite e remove o comentário da linha

Include conf/extra/httpd-vhosts.conf

para habilitar a leitura dos hosts virtuais em httpd-hosts.conf da pasta persist.

Adicionar a linha abaixo no http.conf dentro de <IfModule dir_module>

 DirectoryIndex index.php

Exemplo de vhost para um projeto:

<VirtualHost *:80>
ServerAdmin rdconsolo@gmail.com

ErrorLog "D:\Projetos\logs\error_log"
CustomLog "D:\Projetos\logs\access_log" common

Alias "/project-root" "D:\Projetos\project-root\public"
<Directory "D:\Projetos\project-root">
Options Indexes FollowSymLinks MultiViews
AllowOverride All
Require all granted

RewriteEngine On
RewriteBase /project-root/index.php
RewriteCond %{REQUEST_FILENAME} !-f
RewriteCond %{REQUEST_FILENAME} !-d
RewriteRule ^(.*)$ index.php/$1 [L]
</Directory>
</VirtualHost>

O Scoop Installer é um gerenciador de aplicativos para Windows nos moldes de um apt do Linux ou um brew do MacOS.

Esses gerenciadores permitem instalar, remover e atualizar aplicativos do sistema operacional pelo prompt de comando. Isso pode parecer “defasado” mas na verdade os benefícios sobre os instaladores tradicionais em modo gráfico são superiores como, por exemplo:

  • instalação sem passos
  • escolha de uma versão específica do aplicativo
  • velocidade de resposta
  • administração centralizada

Para saber como instalar e usar esse aplicativo, veja os docs em https://scoop-docs.vercel.app/docs

Alguns comando úteis:

  • scoop update
  • scoop update *
  • scoop search <aplicativo>
  • scoop install <aplicativo>
  • scoop install <aplicativo>@<versão>
  • scoop list
  • scoop status
  • scoop bucket add <bucket>
  • scoop uninstall <aplicativo>

Buckets úteis:

  • extras
  • versions
  • php
  • nerd-fonts

O Scoop não remove automaticamente as versões anteriores dos aplicativos atualizados. Para fazer isso, execute o comando “scoop cleanup *”.

A Apple inclui nativamente o PHP 7.3 nessa versão do macOS mas, por exemplo, sem a extensão php-zip.

Isso impossibilita a instalação de uma série de componentes via composer.

É possível remover os binários do php 7.3 mas eles retornaram na próxima atualização do sistema operacional.

Uma solução é instalar outra versão do PHP via brew e indicar que ela é a padrão para uso do sistema via export como segue abaixo:

brew install php@7.4

adicionar as seguintes linhas ao ~/.bashrc:

export PATH=”/usr/local/opt/php@7.4/bin:$PATH”
export PATH=”/usr/local/opt/php@7.4/sbin:$PATH”

Profit!

Atualizações de kernel são bem-vindas por trazerem correções, melhorias e maior segurança mas, dependendo do hardware podem ocorrer incompatibilidades causando consequências indesejáveis.

Para manter uma versão de kernel que comprovadamente funciona no seu hardware, é possível travar o sistema de atualização para determinado pacote:

sudo apt-mark hold <linux-image>

Onde linux-image é o nome completo da imagem a ser mantida.

Para desmarcar e permitir a atualização, trocamos o comando para:

sudo apt-mark unhold <linux-image>

Para saber quais pacotes estão marcados um hold:

sudo apt-mark showhold

Após uma instalação manual do WordPress onde baixamos o pacote e criamos um banco de dados vazio para o instalador gerar os dados, os comandos abaixo deixarão os direitos de acesso às pastas e arquivos da melhor forma possível considerando funcionalidade e segurança.

chown -R www-data:www-data .
find . -type f -exec chmod 644 {} +
find . -type d -exec chmod 755 {} +
mv wp-config-sample.php wp-config.php
chmod 640 wp-config.php

Após esses comandos podemos prosseguir com a instalação do WordPress alterando os dados de acesso ao banco de dados no arquivo wp-config.php.

Com o domínio registrado no DNS e configurado no Apache na porta 80, segue:

apt install certbot python3-certbot-apache
certbot --apache -d your_domain -d www.your_domain

Responda as perguntas do script com atenção!

Particularmente, prefiro deixar o redirecionamento automático de http para https.

Os certificados deverão ser salvos dentro da pasta /etc/letsencrypt/live/ automaticamente.

O script criou um novo vhost para o domínio dentro do apache se você respondeu para redirecionar para https.

Esse script também gera um cron job em /etc/cron.d para renovar o certificado automaticamente e pode ser testado com o comando abaixo:

certbot renew --dry-run

Seguem informações de referência úteis para criar e executar uma imagem docker para um servidor Ubuntu com finalidade de uso no desenvolvimento de software para web.

Primeiro, o básico. Criamos um contêiner a partir de uma imagem. Essa imagem pode ser baixada do Docker Hub.

docker pull ubuntu:bionic

Estou usando a tag bionic para me referir a uma versão específica igual a mesma utilizada no servidor de produção.

Esse comando acima vai baixar a imagem para nossa máquina que já possui o serviço do doker rodando.

Uma vez que a imagem está baixada, vamos criar um contêiner a partir dela e expor as portas que serão utilizadas com o comando abaixo.

docker run --name bionic -p 8089:80 -p 5439:5432 -it -i ubuntu:bionic

Essas portas correspondem aos seguintes serviços respectivamente:

  • apache2 web server
  • postgresql database server

Esse comando (docker run … -it) vai te enviar para uma sessão dentro do contêiner.

É aconselhável executar uma atualização de pacotes antes de qualquer outro comando.

Volumes

Por padrão um contêiner descarta os dados gravados quando terminado. Para persistir os dados usamos os Volumes.

O comando abaixo cria um volume com o nome de bionic-vol.

docker volume create bionic-vol

Para usar esse volume, montamos o mesmo no comando run do contêiner.

docker run \
--name bionic \
-p 8089:80 -p 5439:5432 \
--mount source=bionic-vol,target=/app \
-it -i ubuntu:bionic

Dessa forma, uma pasta /app poderá ser usada para armazenar de forma persistente qualquer arquivo ou estrutura de pastas (ex: local onde o servidor de banco de dados guarda seus arquivos).

Agora vamos aprimorar esse comando para atender a necessidade de um desenvolvedor web com persistência de dados e apontamento da pasta do projeto no host pelo web server do contêiner.

docker run \
--name bionic \
-p 8089:80 -p 5439:5432 \
-v $HOME/Projetos:/var/www/html \
-v $HOME/docker/volumes/postgres:/var/lib/postgresql/data \
-it -i ubuntu:bionic

Comandos

Comandos para utilizar para manutenção do contêiner:

  • docker ps – lista contêineres em execução
  • docker attach bionic – conecta o terminal do container
  • docker volume ls – lista volumes instalados

Documentação oficial em https://docs.docker.com/.