Caso tenha um notebook sobrando, você pode, com algum esforço, criar uma unidade de backup local para seu servidor NextCloud na nuvem.

Com a versão Server do Ubuntu instalada nesse note, veja algumas dicas abaixo para configurar uma rotina de backup automatizada.

Impedindo o desligamento do notebook ao baixar a tela
  • Edite o arquivo /etc/systemd/logind.conf
  • localiza e altere o parâmetro: HandleLidSwitch=ignore
  • Finalize com o comando: sudo service systemd-logind restart
Acessar dados do backup na rede local Windows

Permitir o acesso aos arquivos do backup na rede local através de uma pasta compartilhada é recomendável.

Um HD externo formatado com NTFS pode ser usado para gravar os dados em pasta compartilhada usada como SambaShare.

  • mapeie essa unidade na fstab para ser carregada automaticamente no boot
  • crie uma pasta na unidade externa
  • crie um symlink da pasta da unidade externa na pasta home do usuário da rede que irá acessar os dados localmente
  • modifique o smb.conf para registrar o compartilhamento
    • allow insecure wide links = yes (na seção global)
    • e na seção do compartilhamento:
      • follow symlinks = yes
      • wide links = yes
Fazendo backup para uma pasta local

Antes de baixar os dados, é necessário tirar o sistema do ar, copiar as pastas do sistema e de dados para uma pasta local e finalmente reativar o sistema. Dessa forma garantimos a atomicidade dos arquivos e separamos o trabalho de transferência do backup.

Colocar o NextCloud em modo de manutenção (na pasta raiz do sistema NextCloud. ex: /var/www/nextcloud):

sudo -u www-data php occ maintenance:mode --on

O WordPress pode ser configurado para atender às necessidade de uma base de conhecimento de forma simples e rápida para nosso Negócio.

Nesse vídeo é abordada a teoria e prática para um exemplo de Knowledgebase.

Este artigo documenta o processo de configuração para executar transformações do Pentaho em um aparelho Raspberry Pi 3 (nossa estação pi) com a imagem do Raspbian Stretch Lite (sem ambiente gráfico, com foco no kitchen).

A estação pi utilizada foi a 3 Model B com 1Gb de RAM.

Iniciamos já com a imagem instalada no cartão e o aparelho ligado em rede local configurado para acessar a Internet (um servidor DHCP na sua rede local pode ajudar muita nessa hora).

Essa imagem possui apenas o essencial do sistema operacional. Dessa forma vamos instalar uma série de dependências antes de iniciar a configuração do Pentaho para rodar na arquitetura ARM7. Lembrando que o suporte à essa plataforma não é oficial e nem suportado por mim ou pelos detentores dos direitos do Pentaho.

Aconselho alterar a senha padrão do usuário pi (raspberry) para algo que lhe seja familiar e seguro.

Vamos aos comandos.

Atualização do sistema:

sudo apt update
sudo apt upgrade
reboot

Ferramentas que utilizo durante as configurações:

sudo apt install nmap mc screen p7zip-full zip

Ativação do servidor ssh para acesso remoto à estação pi:

sudo systemctl start ssh
sudo systemctl enable ssh.service

Instalação do JAVA:

sudo apt install oracle-java8-jdk

Download do Pentaho 8.2 na estação pi (este link pode expirar no futuro):

wget -c https://razaoinfo.dl.sourceforge.net/project/pentaho/Pentaho%208.2/client-tools/pdi-ce-8.2.0.0-342.zip

Extração do pacote (o nome do arquivo pode mudar no futuro):

unzip pdi-ce-8.2.0.0-342.zip

Instalação das dependências:

sudo apt install libwebkitgtk-1.0
sudo apt install libswt-gtk-4-java
sudo apt install libswt-gtk-3-java
sudo apt install libswt-cairo-gtk-3-jni
mkdir -p "/home/pi/.swt/lib/linux/arm/"
ln -s /usr/lib/jni/libswt* /home/pi/.swt/lib/linux/arm/
cp /usr/share/java/swt-gtk-3.8.jar /home/pi/data-integration/libswt/linux/armv7l

Modificação do arquivo spoon.sh para a plataforma ARM7:

adicionar esse código dentro de “Linux)”, após “case $ARCH in”:

armv7l)
           LIBPATH=$CURRENTDIR/../libswt/linux/armv7l/
           ;;

trocar os parâmetros dessa linha:

PENTAHO_DI_JAVA_OPTIONS="-Xms256m -Xmx512m -XX:MaxHeapSize=512m"

Com isso é possível executar jobs no Raspberry Pi, mesmo levando em consideração as limitações da plataforma.

Boa sorte!

Ao restaurar um banco de dados em um servidor diferente do original é comum não ter o mesmo usuário registrado nesse novo servidor ou mesmo fazer a escolha de outro para uso em ambiente de produção.

O PostgreSQL vai proibir o acesso depois de uma restauração nesses casos por parte do aplicativo que usa um novo usuário.

Para atribuir esses privilégios a um usuário no banco de dados, abra o aplicativo psql como usuário postgres:

su postgres
psql nome_do_bd

Dentro do psql execute os comandos (atenção se seu schema não for o public):

GRANT ALL PRIVILEGES ON ALL TABLES IN SCHEMA public TO nome_do_usuario;
GRANT ALL PRIVILEGES ON ALL SEQUENCES IN SCHEMA public TO nome_do_usuario;

O BIRT é um aplicativo para criação de relatórios na plataforma Eclipse que pode ser entregue na web através do Tomcat que faz a ponte entre o Java e o Web Server (Apache2, no caso).

Um ambiente java instalado e rodando no servidor é requerido para as próximas tarefas.

  1. instale o tomcat: apt install tomcat8 tomcat8-admin tomcat8-user tomcat8-examples tomcat8-common
  2. o Tomcat roda por padrão na porta 8080 do web server (verifique seu firewall)
  3. baixe o birt runtime em http://download.eclipse.org/birt/downloads/
  4. pare o serviço do Tomcat (service tomcat8 stop)
  5. descompacte o pacote e copie o arquivo birt.war para a pasta /var/lib/tomcat8/webapps
  6. copie o conteúdo da pasta WebViewerExample para a pasta /var/lib/tomcat8/webapps/birt
  7. inicie o tomcat8 (service tomcat8 start)

Particularmente eu acho as notificações de atualizações dos sistemas operacionais extremamente dispersivas. Não que elas não devem existir, mas, prefiro que a execução das mesmas seja feita em um momento neutro do meu trabalho.

No Gnome, eu utilizo os seguinte comandos para desligar a busca automática:

systemctl stop packagekit

systemctl disable packagekit

No momento adequado, utilizo o comando abaixo para instalar as atualizações:

dnf update

Existem algumas opções de editor de texto em modo texto no Debian/Ubuntu e, dependendo do perfil do usuário, eles podem aparecer em momentos diferentes forçando o uso de comandos diferentes para o mesmo resultado (salvar arquivo é diferente no nano, vim e mcedit).

O comando abaixo permite reconfigurar de forma global o editor de texto preferido:

sudo update-alternatives –config editor

Se você usa o mc (Midnight Commander), altere a opção use_internal_edit para 1 no arquivo .config/mc/ini (não use o mc ou o mcedit para fazer isso, ele reseta as opções na saída).

Tive melhores resultados trabalhando com projetos que gravam dados em banco de dados Microsoft Access como saída de fluxo no PDI seguindo essas orientações:

  • não utilizar ODBC, procurar usar o componente nativo de saída do Pentaho e distribuir o resultado no fluxo;
  • deixar o componente criar a tabela no banco de dados (pelo menos na primeira vez que for executado) – isso evita que o step fique em Halting sem gravar dados;
  • cuidado ao deixar o banco de dados aberto em outro aplicativo – isso cria um lock que pode impedir o fluxo de funcionar;
  • prefira o formato .mdb do que o atual .accdb.

Boa sorte!